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IFRS 18 · Vigência 2027

A forma de apresentar seus resultados vai mudar.Do diagnóstico ao primeiro fechamento

O que muda

O essencial da norma em três mudanças

O IFRS 18 substitui o IAS 1 e não altera quanto sua empresa lucra. Altera como esse resultado é organizado, apresentado e comparado pelo mercado — em três frentes principais.

A DRE ganha categorias definidas

Todas as receitas e despesas passam a ser classificadas em cinco categorias — operacional, investimento, financiamento, impostos e operações descontinuadas —, com critérios uniformes entre as companhias.

Dois novos números obrigatórios

O lucro operacional e o lucro antes de financiamento e impostos tornam-se subtotais obrigatórios e padronizados: os indicadores que bancos, investidores e compradores analisarão primeiro.

Divulgação disciplinada das MPMs

Métricas definidas pela administração, como o EBITDA ajustado, passam a ser divulgadas em nota específica, com definição clara e reconciliação com os números oficiais.

A demonstração do resultado

A mesma operação, apresentada de outra forma

Hoje cada empresa define seus próprios subtotais, o que dificulta a comparação entre companhias. Com o IFRS 18, a estrutura passa a ser a mesma para todas — e os números que o mercado usa para precificar seu negócio ganham definição única.

O caminho de uma métrica gerencial sob o IFRS 18

1

A administração divulga um indicador próprio

EBITDA ajustado, lucro recorrente, resultado normalizado: métricas usadas em releases e apresentações a investidores.

2

O indicador se qualifica como MPM

Por ser um subtotal de receitas e despesas comunicado publicamente para expressar a visão da administração sobre o desempenho.

3

Divulgação em nota dedicada

Com definição do cálculo, reconciliação com o subtotal oficial mais próximo e explicação de mudanças de critério.

Sujeita a auditoria

DRE hoje (IAS 1)

  • Receita
  • Custos e despesas em formatos variados
  • Subtotais a critério de cada empresa
  • EBITDA ajustado sem regra de divulgação
  • Lucro líquido

DRE com IFRS 18

  • Categoria operacional — o desempenho do negócio
  • Lucro operacional Novo subtotal
  • Categoria de investimento
  • Lucro antes de financiamento e impostos Novo subtotal
  • Categoria de financiamento
  • Impostos · Operações descontinuadas
  • Lucro líquido
Operacional Investimento Financiamento Subtotais obrigatórios

Contagem regressiva

A nova era do reporte
financeiro começa em
1º de janeiro de 2027.

Faltam

00Dias
00Horas
00Minutos
00Segundos

Aplicável aos exercícios iniciados em ou após 1º de janeiro de 2027, com adoção antecipada permitida e aplicação retrospectiva: o primeiro reporte exigirá os comparativos de 2026 no novo formato.

Quem e quando

Quem precisa se preparar, e por que 2026 é o ano decisivo

A mudança alcança todas as empresas que reportam em IFRS, de todos os setores: subsidiárias de grupos internacionais, companhias auditadas, grupos em consolidação, empresas com métricas gerenciais relevantes e organizações em processo de captação, venda ou abertura de capital.

Preparação 2026Momento atual

Diagnóstico, desenho da nova DRE, ajustes de plano de contas e sistemas, e a construção dos números comparativos que o primeiro reporte exigirá.

Vigência 2027

Primeiro exercício sob o IFRS 18, com fechamentos e demonstrações intermediárias já no novo formato.

Consolidação 2028

Primeiro ciclo anual completo publicado e auditado no novo padrão, com o mercado comparando sua empresa às demais.

Insight Cosmos · IFRS 18 nas transações

O IFRS 18 nas mesas de negociação de M&A

Em fusões e aquisições, o preço e as cláusulas contratuais são construídos sobre números da demonstração do resultado. Quando a referência muda, a negociação também muda — para quem compra, para quem vende e para quem financia a operação.

1Valuation e múltiplos comparáveis

Negócios do middle market são precificados, na prática, por múltiplos de resultado, como EV/EBITDA. Com categorias padronizadas e um lucro operacional de definição única, a comparação entre alvos e comparáveis torna-se mais transparente, e ajustes antes analisados caso a caso passam a estar reconciliados em nota.

2Earn-outs e cláusulas de preço

Earn-outs e ajustes de preço frequentemente são vinculados a lucro operacional ou EBITDA. Contratos assinados antes de 2027 e apurados depois podem ter a base de cálculo alterada pelas novas categorias. É essencial definir contratualmente qual referência normativa prevalece, prevenindo disputas futuras.

3Covenants e dívida da operação

Financiamentos de aquisição carregam covenants baseados em EBITDA, EBIT e dívida líquida sobre EBITDA. Com a recomposição do lucro operacional, indicadores podem se alterar sem qualquer mudança na economia do negócio. Antecipar a conversa com credores evita renegociações sob pressão ou descumprimentos técnicos.

4Due Diligence e equity story

Um alvo com comparativos de 2026 preparados, MPMs inventariadas e DRE desenhada no novo padrão reduz fricção na diligência e fortalece a tese de valor perante investidores — inclusive na preparação para abertura de capital ou captação, quando a disciplina sobre métricas pesa na credibilidade.

Como a Cosmos apoia

Diagnóstico e implementação, ponta a ponta

Uma mesma equipe multidisciplinar conduz as duas fases do projeto, com condução direta de profissionais seniores e entregáveis objetivos ao final de cada etapa.

Fase 1 · Diagnóstico

Avaliação especializada em quatro frentes

01

Apresentação e demonstrações contábeis

  • Estrutura atual da DRE, linhas e subtotais divulgados
  • Classificação das receitas e despesas
  • Aderência aos novos requisitos e lacunas de apresentação
02

Indicadores e MPMs

  • Inventário dos indicadores utilizados pela administração
  • Identificação de potenciais MPMs e rastreabilidade dos ajustes
  • Lacunas de documentação e governança
03

Divulgações e notas explicativas

  • Nível de desagregação das informações
  • Revisão das notas existentes e dos julgamentos divulgados
  • Requisitos adicionais de divulgação
04

Processos, sistemas e controles

  • Processo de fechamento e sistemas de reporte
  • Regras de classificação e controles internos relacionados
  • Prontidão da organização para a adoção
Entregáveis da Fase 1

Relatório de diagnóstico com sumário executivo, mapa de aderência ao IFRS 18, esforço estimado e plano de ação proposto, acompanhado do de-para do plano de contas para o novo formato.

Fase 2 · Implementação

Da adequação ao encerramento do projeto

Execução do plano de ação construído no diagnóstico, organizada em quatro frentes de trabalho integradas — demonstrações financeiras, MPMs e governança, divulgações e notas, processos e controles — e conduzida em seis etapas junto às suas equipes.

01

Notas explicativas

Minuta revisada e guia de agregação das informações.

02

Controles internos

Processos redesenhados e matriz de controles revisada.

03

Governança

Política das métricas e manual de metodologias.

04

Treinamento

Capacitação das equipes de contabilidade, FP&A e reporte.

05

Go-live

Primeiro fechamento no novo formato, com testes e validação.

06

Encerramento

Transferência de conhecimento e conclusão formal.

Entregáveis da Fase 2

Nova estrutura da DRE e modelo de demonstrações financeiras atualizado, reconciliações entre os números oficiais e as MPMs com política de governança, minuta de notas explicativas, checklist de fechamento e matriz de controles revisada. Ao final, um ambiente IFRS 18 implementado: demonstrações aderentes à norma, MPMs documentadas e processo de fechamento preparado para a aplicação recorrente.

Pré-avaliação gratuita

Descubra em que ponto sua empresa está

Responda cinco perguntas rápidas. Com base nelas, um profissional sênior da prática contábil retornará com uma pré-avaliação do seu nível de exposição ao IFRS 18 e dos próximos passos, sem compromisso.

  • Retorno conduzido por um profissional sênior
  • Confidencialidade total sobre as informações
  • Indicação objetiva do que fazer em 2026
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E-mail corporativo
1 · Setor de atuação
2 · Faturamento anual
3 · Demonstrações auditadas?
4 · Reporta em IFRS?
5 · Momento da empresa

Material informativo elaborado pela Cosmos Advisors com base no IFRS 18 (IASB). Não substitui a leitura da norma nem aconselhamento profissional específico. O IFRS 18 aplica-se a exercícios iniciados em ou após 1º de janeiro de 2027, com adoção antecipada permitida e aplicação retrospectiva.